sábado, 20 de novembro de 2010
Dados - Mandonismo, Coronelismo, Clientelismo: Uma Discussão Conceitual
Dados - Mandonismo, Coronelismo, Clientelismo: Uma Discussão Conceitual
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Documentário: A Revolução de 30
Eu me encarreguei portanto de "ripar" o documentário e disponibilizá-lo para download aqui, para todos os alunos.
Infelizmente, a velox não está cooperando!
Eu dividi o video então em 4 partes, vocês podem baixar as três primeiras partes nestes links e ir assistindo, enquanto eu uploado a quarta e última parte. Até hoje de noite ela vai pro ar!
ATUALIZAÇÃO 02/06: todas as partes para upload!
Primeira parte
Segunda parte
Terceira parte
Quarta parte
Bem, além destes links, eu achei o documentário para ser assistido na integra, online, no google videos:
Clicando no video, você pode acessar a página deste no prório site do google videos - e lá tem uma opção para download do mesmo em formato mp4.
Eu já confirmei e o download funciona!
São +- 398 megas, é interessante para quem prefere assistir no mp3 player.
A única diferença deste video para o que está no megaupload é que este útimo tem uma intordução de +- 6 minutos, que não existe na versão do video que está disponível no google vídeos.
Que pena :(
A Revolução de 1930. Dicas na internet.
CPDC
Seguem alguns links que ajudarão a pensar o cinema documentário no Brasil, e o filme Revolução de 1930 de Sylvio Back.
Panorama do documentário no Brasil, de Gustavo Soranz Gonçalves
Rádio Auriverde, filme documentário de Sylvio Back sobre a FEB
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Direç ão: Silvio Back
Com comentários dos historiadores Bóris Fausto, Edgar Carone e Paulo Sérgio Pinheiro.
Resumo:
O documentário retrata dos momentos mais importantes da história da República no Brasil - a Revoluç o de 1930. Este foi composto por uma colagem que reúne mais de trinta documentários e filmes de ficç o, auxiliada por fotografias fixas e registros sonoros, mostrando os momentos que antecederam o conflito, seu desenrolar e consequ ncias. Seu fio condutor é o documentário 'Pátria Redimida', realizado na época por Jo o Batista Groff com cenas filmadas em algumas zonas de combate: Itararé, Ribeira e Catinguá. A passagem das tropas, sob o comando de Getúlio Vargas por Curitiba e a presença de outros chefes do movimento: Flores da Cunha, Góes Monteiro, Miguel Costa e Batista Luzardo. (...) comentários críticos dos historiadores Boris Fausto, Edgar Carone e Paulo Sérgio Pinheiro. Comp em na trilha sonora antigas gravaç es de discursos de exaltaç o aos revoltosos e músicas representativas do período, algumas compostas especialmente para celebrar a revoluç o: hinos a Jo o Pessoa, o mártir do movimento, a Miguel Costa e Juarez Távora." (Guia de Filmes)
Ficha Técnica:
CategoriasLonga-metragem / Sonoro / N o ficç ão
Material original35mm, BP, 122min, 2.755m, 24q, Agfa Gevaert
Data e local de produç oAno: 1980País: BR / Estado: PR
Produção: Companhia(s) produtora(s): Sylvio Back Produç es Cinematográficas
Companhia(s) co-produtora(s): Secretaria de Cultura e do Esporte do Paraná; Fundaç o Cultural de Curitiba
Mais informações: http://cinemateca.gov.br/cgi-bin/wxis.exe/iah/?IsisScript=iah/iah.xis&base=FILMOGRAFIA&lang=P&nextAction=search&exprSearch=ID=023843&format=detailed.pft
domingo, 30 de maio de 2010

Registro fotográfico dos protestos em São Paulo de 1917
(http://www.brasilescola.com/historiab/movimento-operario-brasileiro.htm)

(http://novahistorianet.blogspot.com/2009/01/republica-velha.html)

(http://novahistorianet.blogspot.com/2009/01/republica-velha.html)
sábado, 22 de maio de 2010
Comentário da Resenha "As Barricadas da Saúde”
Equipe: Isabela Magalhães, Juliana Pinho, Kallyna Helena Marcolino, Luiz Felipe Batista Genú, Nathalia Bezerra Soares de Melo e Rafael de Andrade.
Comentário:
A resenha feita a partir do livro As Barricadas da Saúde, de Leonardo Pereira, foi escrita de maneira clara e muito bem estruturada. O grupo optou por expor logo no início da resenha a principal intenção da análise do autor e a base de sua argumentação para em seguida iniciar uma explanação mais detalhada dos capítulos do livro.
O grupo demonstrou boa compreensão do texto, destacando pontos de demasiada importância como a descrença de populares na medicina oficial, a hostilidade entre a população e as forças de repressão do governo, as campanhas contra a obrigatoriedade da vacina, o desempenho da oposição e de setores do exército, o papel da imprensa e as motivações dos revoltosos.
Também é trazida à discussão a forma de articulação dos trabalhadores, não no modelo sindical europeu, mas através de associações de solidariedade entre os trabalhadores, e mesmo em clubes recreativos. Outra questão abordada pelo grupo foi sobre a destruição de alvos que não tinham aparente relação com a saúde pública. Então é esclarecido que tais elementos (bondes, postes de iluminação pública e sistema de telefonia) eram utilizados pelos revoltos para formar suas barricadas, atrapalhar a comunicação entre as delegacias e dificultar a atividade da polícia. Ao final da resenha, o grupo fez o seu posicionamento crítico em relação ao livro.
Durante a apresentação, após um breve esclarecimento feito pela professora Isabel Guillen a respeito do autor do livro, o grupo teve êxito em apresentar o assunto de forma interessante, devido a abordagem utilizada. Trouxeram imagens de representações do orixá obaluaiê e foi lido pelo grupo um trecho do livro O Cortiço, de Aluísio Azevedo, também citado na resenha, que utilizaram para demonstrar as condições de moradia e a rivalidade entre populares e a polícia.
O debate historiográfico esteve presente na exposição no momento em que o grupo mencionou e comparou a visão de autores como José Murilo de Carvalho e Nicolau Sevcenko sobre a motivação da Revolta da Vacina.
Seguindo os critérios de análise estabelecidos em sala, o nosso grupo chegou à seguinte conclusão: o texto está bastante coerente e objetivo e contempla os principais pontos da argumentação do livro; apresenta o posicionamento crítico do grupo ao final e foi feito o debate historiográfico, tanto na resenha quanto na apresentação em sala. Nenhuma das normas da ABNT foi desrespeitada. Portanto decidimos atribuir ao grupo a nota 10.
Comentário da Resenha "Revolta da Vacina: mentes insanas em corpos rebeldes"
Amanda Alves
Deise Albuquerque
Jeniffer Ferreira
João Rubens Vasconcelos
Vanessa Albuquerque
Dando continuidade às atividades propostas pela disciplina, realizamos o comentário crítico da resenha elaborada pelo grupo a cerca do livro “ A Revolta da Vacina: mentes insanas em corpos rebeldes“, de Nicolau Sevcenko.
Analisando o primeiro critério avaliativo – referente à coerência e ao uso da linguagem normativa – pudemos perceber algumas falhas de pontuação quanto ao uso da vírgula. Para melhor explicitar este ponto, tomemos como ilustração uma passagem do texto em que ela foi utilizada quando não deveria ter sido empregada “ O objetivo era apresentar para grandes potências um imagem de governo sólido e estável, e assim atrair investimentos “. Notamos também alguns erros de acentuação, como “lideres “ e “ capitulo” . Contudo, não houve nenhum erro que viesse a comprometer o entendimento do texto e suscitar dúvidas a sua interpretação. (Nota 1,8).
Quanto à objetividade, o grupo expôs de forma satisfatória os argumentos do autor. Os principais pontos da obra foram ressaltados, tanto na resenha quanto na apresentação em sala de aula. O grupo seguiu seu debate de acordo com a estruturação do livro, capítulo a capítulo, o que facilitou a compreensão dos alunos presentes
O terceiro critério – posicionamento – foi onde notamos uma maior diferença entre o que foi exposto em sala de aula e o que foi apresentado na resenha. Em sala, a equipe mostrou de forma clara o seu posicionamento, deixando evidente que para eles a revolta foi um levante legitimamente imbuído de sentido, ao contrário do que muitos estudiosos deste tema afirmam. Porém, este posicionamento não fica tão explícito no texto. Ao se valerem de uma grande quantidade de citações, (deixando claro que entendemos a relevância de citação para a elucidação de possíveis dúvidas) o grupo acabou muito por se deixar falar pelo autor e deixando de falar por si, o que fatalmente enfraquece a criticidade da resenha. Equilibrando a carência de posicionamento da resenha com o franco posicionamento tomado em sala de aula, consideramos que o terceiro critério foi alcançado pela equipe. (Nota 1,7).
Em relação ao debate com a historiografia, consideramos que a equipe foi muito bem. Levando em consideração que Sevcenko se vale bastante de fontes jornalísticas – que foram discutidas pelo grupo tanto em sala de aula quanto na resenha – e de livros de literatura – que a equipe também utilizou ao citar Aluísio de Azevedo em sua apresentação. Em sala, o grupo também fez uma comparação muito enriquecedora entre os argumentos de José Murilo de Carvalho e os de Sevcenko. (Nota 2,0)
No quinto e último critério, o grupo apresentou uma falha decorrente não da utilização incorreta das normas da ABNT, mas sim em desacordo ao que foi estipulado em relação às postagens. O grupo substituiu citação em nota de rodapé por outro sistema (autor/data), mas como realizou a citação de forma correta, achamos que também cumpriram bem este critério. (Nota 1,5).
Por fim, agradecemos à equipe pelo que foi apresentado no texto e